‘’Fique em casa, a Economia a gente vê depois’’: o depois chegou!

‘’Fique em casa, a Economia a gente vê depois’’: o depois chegou!

Economia em Pauta, com Victor Borba: ‘’Fique em casa, a Economia a gente vê depois.’’ – Entoou um batalhão de governantes Brasil afora. Externando seus rompantes ditatoriais através do assalto à liberdade do povo brasileiro, cenas de cidadãos sendo multados e presos por caminharem nas ruas ou buscarem exercer seu trabalho durante o fechamento obrigatório de milhões de empresas pelo país protagonizaram a maior violência à democracia já vista na história brasileira. 

O fechamento compulsório, intitulado como ‘’lockdown’’, derrubou a produção de bens e serviços em todo o território brasileiro.

Para bom entendedor, meia palavra basta. Diminuição da oferta, e demanda por bens essenciais como alimentos e medicamentos inalterada, ou com leve aumento em alguns estados, graças ao auxílio emergencial do governo federal, leia-se, Jair Messias Bolsonaro, os preços de grande parte da base de produtos nacionais sofreu considerável alteração.

Desde o início da pandemia, originada na China, era evidente que enfrentaríamos duas graves crises, uma sanitária e outra econômica. No entanto, muitos governadores fizeram vista grossa quanto à preparação da devastadora recessão que atingiria nosso povo, muitos deles apostando no ‘quanto pior, melhor’’, ansiosos por prejudicarem a imagem do governo federal, que entre todos os entes federativos, foi o único que não fechou comércio, não destruiu empresas e empregos, pelo contrário, foi ele quem colocou dinheiro no bolso dos trabalhadores, através do auxílio emergencial. Durante a maior crise sanitária do século, comprou todas as vacinas e buscou alternativas para frear o contágio do vírus, desde Fevereiro de 2020, quando emitiu, oficialmente, o alerta sobre a chegada da gripe ao Brasil.

Com a elevação da projeção da inflação de 5,9% para 7,9% em 2021, e de 3,5% para 3,75% em 2022,  segundo o Ministério da Economia, os brasileiros sentem a agonia diária de terem seus salários corroídos pela elevação contínua dos preços, mas sem esquecer que grande parte deste problema foi criado pelos políticos que as aprisionaram em suas casas, sem direito ao trabalho, lançadas à dependência do auxílio emergencial e, agora, sofrendo com a inflação galopante e com a lenta retomada do crescimento econômico.


Victor Borba é economista e tem MBA em Finanças Corporativas. Publica semanalmente a coluna Economia Em Pauta no site do Pernambuco em Pauta.

Foto: Governo de São Paulo.

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