Queda do Face, WhatsApp e Instagram nos lembra do poder das redes sociais

Queda do Face, WhatsApp e Instagram nos lembra do poder das redes sociais

Coluna do Diego Lagedo: Não é de hoje que as redes sociais passaram a fazer parte das nossas vidas. Ainda novo, peguei os últimos dias do mIRC e o início do MSN Messenger no Brasil. Depois disso, o Orkut reinou absoluto no país até a chegada do Facebook.

Hoje, é o Facebook que reina com as outras duas redes sociais que fazem parte do grupo, WhatsApp e Instagram. O WhatsApp substituiu o MSN Messenger e o SMS de forma primorosa, tendo sido prontamente comprado por Mark Zuckerberg. Já o Instagram focou naquilo que mais vende no mundo, a vaidade, oferecendo um serviço mais voltado para a imagem. Mal começou a crescer e também foi adquirido pelo dono do Facebook.

As três redes sociais de Zuckerberg reinam soberanas no Brasil, com o Twitter vindo na lanterna, e apenas algumas horas fora do ar são suficientes para prejudicar completamente a comunicação da sociedade. Muitas empresas dependem exclusivamente das redes sociais em questão para difundirem seus produtos e não têm um plano B para casos como esses.

Jornais, exclusivamente digitais hoje em dia, dependem quase que completamente das redes sociais para difundir as notícias, ainda que possam ser acessados pela URL. E como não falar dos milhares influenciadores digitais? Esses só existem através das redes sociais e dos seguidores. As interações familiares também não ficam fora dessa dinâmica: quase toda família tem um grupo no WhatsApp e compartilha fotos no Facebook e no Instagram.

Nada disso foi imposto, a população escolheu utilizar os produtos do Facebook, inclusive para fazer simples ligações telefônicas. Algumas horas fora do ar e nós começamos a lembrar como era a vida sem as redes sociais, coisa que a geração mais nova não conheceu. O mundo moderno não sabe mais viver sem elas e não adianta lamentar.

Tudo tem seu lado bom e seu lado ruim. As redes sociais são fontes de informações ou de futilidades, depende do que se procura. Mas tem uma regra que parece ter se tornado universal: hoje, a maioria das coisas só têm importância se puderem ser compartilhadas com o mundo.

Essa é a força das redes sociais que nos conectam.


Rádio: A Rede Pernambuco de Rádios, de Alberes Xavier, voltou a mostrar que é a que mais cresce no estado e chegou ao Sertão. Quatro rádios sertanejas passaram a transmitir o programa da rede, o Cidade em Foco, que é dedicado à política estadual, e mais uma rádio do agreste passou a integrar o bloco. Ao todo, 14 rádios transmitem o programa em dezenas de cidades de Pernambuco. A marca de Alberes Xavier é o dinamismo e a imparcialidade, o que está conquistando o segmento no estado.

Inflação: Segundo o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, o pico da inflação no Brasil foi atingido em setembro. O economista atribui a inflação a dois fatores: o primeiro é o aumento do preço dos alimentos com a alta do dólar e o segundo é o aumento do preço da energia, com destaque para os combustíveis. A inflação oficial acumula a taxa de 7,02% no ano e de 10,05% em 12 meses. Seguindo o raciocínio do economista, a tendência agora é que a inflação caia paulatinamente.

Solidariedade: O presidente estadual do Solidariedade, deputado Augusto Coutinho, comemorou a vitória da candidata do seu partido na eleição suplementar para a Prefeitura de Palmeirina: “Finalmente, a cidade será soerguida em um projeto que prioriza a geração de empregos e o bem-estar da população”, destacou Augusto Coutinho, que se comprometeu a representar a cidade em Brasília.


Diego Lagedo é historiador e especialista em Gestão Pública. A sua coluna aborda temas políticos e é publicada de segunda a sábadosendo replicada em diversos blogs de Pernambuco.

Foto: Wikimedia Communs.

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