Anderson Ferreira defende a união da oposição para derrotar o PSB em 2022

Anderson Ferreira defende a união da oposição para derrotar o PSB em 2022

Coluna do Diego Lagedo: Em participação no programa Debate na Nova, na TV Nova, o prefeito do Jaboatão dos Guararapes, Anderson Ferreira, defendeu a unidade do bloco de oposição em 2022. O foco é acabar com a hegemonia do PSB no Governo de Pernambuco, que vai completar 16 anos.

Anderson integra uma coalizão com Raquel Lyra que inclui o PL, o PSDB, o PSC e o Cidadania, mas afirmou que está em sintonia com o também pré-candidato Miguel Coelho, que deve representar o partido que irá surgir da fusão do DEM com o PSL. “Hoje, a oposição marcha unida. No ano que vem, nós vamos definir qual a melhor estratégia para a gente levar a eleição para a vitória, seja com uma candidatura ou duas, isso é algo que ainda precisamos amadurecer”, destacou o prefeito e pré-candidato a governador.

De fato, a oposição em Pernambuco parece ter aprendido com os erros da eleição municipal de 2020. De nada adianta um bloco entrar na disputa sem um objetivo comum, mesmo que apresente múltiplas candidaturas. Anderson Ferreira mostra que a oposição caminha de mãos dadas com o objetivo de mudar Pernambuco no próximo ano.


PL: Na TV Nova, o prefeito Anderson Ferreira também reforçou que o seu partido, o PL, se prepara para crescer em 2022. O prefeito e presidente do PL em Pernambuco afirmou que o partido irá fazer 5 deputados estaduais e três federais no próximo ano.

Miguel: O prefeito do Jaboatão deixou claro que não pretende apoiar Miguel Coelho em 2022, o que sacramenta a tese de que haverá ao menos duas candidaturas de oposição no estado. Ainda assim, Anderson ressaltou a importância do prefeito de Petrolina para a oposição. No dia 25 e setembro, Miguel Coelho se filiou ao Democratas em um ato que reuniu 34 prefeitos, sendo 30 de Pernambuco, 500 lideranças políticas e representantes de 8 partidos: DEM, MDB, PSL, PP, Podemos, Avante, PSDB e PV.

Denúncia: O deputado Alberto Feitosa (PSC) acionou o Ministério Público Federal contra a vacinação obrigatória dos servidores públicos, que será imposta pelo Governo de Pernambuco. “O Estado não pode mandar na vontade das pessoas. Estamos buscando garantir a liberdade de escolha dos cidadãos e [o governador] ainda ameaça demitir os funcionários públicos”, ressaltou Feitosa.


Diego Lagedo é historiador e especialista em Gestão Pública. A sua coluna aborda temas políticos e é publicada de segunda a sábadosendo replicada em diversos blogs de Pernambuco.

Foto: reprodução.

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